As «batatas da escola» do Caneiro
Um dos dias deste Verão almocei no «Caneiro» em Arco de Baúlhe. O meu livro «Entre a mesa e a botica: os saberes e os sabores dos monges de Basto: 1626-1834» , editado este ano pela Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, levou-me para aquelas terras e deixei-me perder por ali. O património arquitectónico, as paisagens e a gastronomia daquela região minhota, quase a raiar o Marão, valem bem um passeio de fim de semana. O «Caneiro» foi uma escolha natural porque passei a noite num moinho no mesmo local, também pertencente à família. E já era antiga a vontade de ir conhecer um dos melhores restaurantes daquela região. O restaurante não precisa de apresentação porque é demais conhecido e apreciado. Tem um longo historial de servir boa comida, apreciada e publicitada por muitos. Por tudo isto a minha experiência só podia ter sido excelente. Perante uma carta recheada de iguarias optámos pelo clás...









